Aprovados 2021

Entendemos que 2020 foi um ano de muitos desafios, mas também de muito esforço. Os estudantes da 3ª série do Ensino Médio foram muito bem nos resultados de diversas faculdades e deram um show! As aprovações mostram que, mesmo diante das dificuldades do ensino remoto, alunos e equipe pedagógica superaram os obstáculos. Confira:

ANDRÉ LERON GONÇALVES CARVALHO: Educação Física – Faculdade Pitágoras

EDUARDA CAVALCANTI NEVES: Direito – Milton Campos / Dom Helder / UniBH

GABRIELA LEAL FERREIRA: Biomedicina – PUC Minas / UniBH

MARINA FÉLIX BARBOSA: Odontologia – PUC Minas / Newton Paiva

MATHEUS CERQUEIRA MOURTHÉ: Psicologia – UniBH

RAFAEL VILELA PADILHA CLARK: Ciência da computação – PUC Minas

SOFIA ALBUQUERQUE MOURA: Agronomia – UniBH

Desejamos imenso sucesso a todos os nossos alunos!

Confira os Aprovados:

Matheus

 

Abayomi. A história da boneca africana

O 3º ano A EFI iniciou, no dia 20 de novembro, um momento reflexivo sobre o Dia da Consciência Negra. Os alunos trabalharam a história da boneca africana Abayomi, que é produzida a partir de retalhos de pano. Antigamente, nos navios negreiros, as mulheres tiravam retalhos de suas próprias roupas e faziam tranças e nós para dar vida à boneca. Assim, as crianças paravam de chorar e se acalmavam.

Abayomi, termo que significa “Encontro precioso”, é feita sem costura, demarcação de olho, nariz e boca, o que facilita o reconhecimento das múltiplas etnias africanas. Durante a atividade, os estudantes tiveram a oportunidade de confeccionar suas próprias bonecas e se interessaram em aprender um pouco mais sobre essa data tão importante.

Clique aqui para ver algumas das bonecas confeccionadas! 

Participação de equipes de robótica do ICJ na OBR

A OBR, Olimpíada Brasileira de Robótica, foi criada a partir da iniciativa de pesquisadores da área para difundir a robótica na sociedade brasileira, principalmente entre estudantes do Ensino Fundamental e Médio. Em 2020, a Olimpíada foi realizada de modo virtual e contou com a participação de equipes do Colégio ICJ.

Os resultados expressivos, tanto da etapa regional e nacional, demonstram um esforço conjunto, tanto dos alunos participantes quanto de monitores e professores do colégio. Estamos orgulhosos de nossas equipes, que vêm competindo em vários torneios e trazendo vitórias, alegria e orgulho a todos nós.

Confira os resultados da OBR 2020: 

  • ESTADUAL
    • The Life Project Nível 2 (Ronald, Yasmin, Matheus e Gabriel): 4º lugar
    • The Life Project Jr I (Bruno e Luiza): 3º lugar
    • The Life Project Jr II (Bruna e Maria Eduarda): 4º lugar
  • NACIONAL
    • The Life Project Nível 2 (Ronald, Yasmin, Matheus e Gabriel): 70º lugar
    • The Life Project Jr I (Bruno e Luiza): 10º lugar

 

As famílias também fazem parte do Projeto Transição

O Projeto Transição, que reuniu as professoras do 1º ano EFI e os alunos do 2º período,  com o intuito de tranquilizar as crianças em relação à nova etapa de ensino, também proporcionou um momento de interação entre os pais. Durante o encontro, foi apresentada a proposta pedagógica e rotina do 1º ano do Ensino Fundamental I.

Juntos, professores, coordenação e pais construíram um painel, através de um aplicativo, com alguns dos desejos para os filhos, como saúde, alegria, brincadeiras e abraços. O Projeto Transição, além de proporcionar tranquilidade aos alunos, também tem o objetivo de proporcionar e marcar, carinhosamente, a passagem das famílias da Educação Infantil ao Ensino Fundamental.

Debate sobre “O dilema das redes”

Nos dias 12 e 13 foram realizados debates sobre o documentário “O Dilema das redes”, durante as aulas de Língua Portuguesa, com a professora Alexsandra Sousa. A atividade, que foi realizada com todos os alunos do Ensino Médio, abordou principalmente sobre a necessidade de aprender a lidar com as armadilhas das redes sociais. Somos usuários, produtos ou consumidores?

O debate demonstrou uma relação muito íntima dos alunos com o tema, em articulação com as competências apresentadas pela BNCC que explicitam a necessidade de o currículo conciliar conteúdo próprio da área e temas cotidianos que dotem o aluno de conhecimentos que o permitam se posicionar criticamente. A discussão explicitou as estratégias das instituições do Vale do Silício em criar algoritmos capazes de manipular, criar comportamentos e reconduzir valores a fim de atingir o objetivo de toda empresa – lucrar.

Os alunos conseguiram estabelecer essa relação e ponderaram que as redes não são totalmente positivas ou negativas. Demonizá-las não solucionará a questão. É preciso educação virtual e conhecimento sobre  as leis que garantem e asseguram a privacidade daqueles que lidam com redes sociais.

Quer saber um pouco mais sobre a educação para o uso seguro e consciente das redes? Clique aqui!

Confira também nossa dica cultural sobre obras que nos fazem refletir sobre a influência das redes sociais na sociedade. Basta clicar aqui!

Projeto Transição – Rumo ao 1º ano EFI

O Projeto Transição, que acontece anualmente com os alunos do 2º período da Educação Infantil, foi realizado na última semana, virtualmente. A ação tem como finalidade tranquilizar as crianças em relação à nova etapa de ensino, rumo ao 1º ano do Ensino Fundamental I. Durante a atividade, os alunos são recebidos por suas professoras e por aquelas que farão parte do dia a dia do próximo ano, de uma forma muito especial, com muito carinho, diversão e aprendizado.

Neste ano, a brincadeira “Afunda e flutua” foi realizada pelas professoras, utilizando objetos presentes em casa e provocando a curiosidade dos pequenos. Davi Nunes, aluno do 1º ano B EFI, gravou um vídeo para falar sobre sua experiência, as brincadeiras e atividades que podem ser realizadas pela turma. Em seguida, a Equipe de Educação Física do Colégio ICJ também realizou uma caça ao tesouro, com materiais de Higiene Pessoal.

Um tour virtual também foi realizado, identificando os espaços do colégio e tudo o que pode ser realizado ali. Dessa forma, os alunos começaram a ser introduzidos em um novo ambiente, para tranquilizá-los sobre o que os espera no próximo ano. As crianças ficaram muito alegres, cheias de expectativa e, para finalizar, tiveram um tempo para mostrar seus brinquedos e animais de estimação. Em um outro momento, os pais também tiveram um encontro on-line, para uma apresentação sobre a proposta pedagógica e rotina do 1º ano EFI.

A democracia está nos pequenos gestos

Em uma atividade de Geografia, os estudantes do 5º ano B EFI produziram uma bandeira para representar a turma. Estudando sobre a importância da bandeira e a representação de espaços e características locais, cada aluno fez uma produção com as cores e símbolos que expressam a convivência entre os colegas de classe.

Após a atividade, foi realizado uma votação sobre as cinco melhores bandeiras e a partir disso foi feita uma nova votação para decidir sobre aquele que representaria a turma do 5º ano B EFI. De acordo com Júlia Eduarda, responsável pela bandeira vencedora, as cores escolhidas (vermelho, azul e amarelo) representam amor, inteligência, felicidade e criatividade, características essenciais de sua turma.

A professora Flávia Nappi comenta que a ação foi interessante e possuiu alto engajamento entre os alunos, que puderam perceber a necessidade de votar com respeito, cuidado e democracia. Mesmo aqueles que não tiveram suas bandeiras escolhidas para a votação final ficaram animados e tiveram oportunidade de exercer seu direito de voto.

Internet: Educar para o uso seguro e consciente

Atualmente, os avanços tecnológicos e científicos vêm despertando a consciência da necessidade de mudanças mais profundas, em razão do impacto das novas tecnologias no modo de vida contemporâneo. Estamos vivendo a quarta fase da Revolução Industrial que preconiza novas competências fundamentais tanto para a vida social, quanto para o mundo do trabalho. Vivemos e interagimos não apenas no campo físico, mas também no digital. A educação, portanto, passa a ter o desafio de preparar os alunos para lidar com as pessoas nesses dois âmbitos, extrapolando os limites geográficos e configurando uma nova cidadania.

A nova cidadania é global em sua essência (Ribble, Bailey, 2007, p.12). As Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs) não podem ampliar a desigualdade social e devem estar a serviço da democracia, da socialização e da cidadania. O texto da Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2017) destaca a necessidade de que, além de determinar o que os estudantes devem “saber”, a escola priorize o que devem “saber fazer”, de modo a mobilizar conhecimentos e habilidades e considerar valores que lhes permitam, além de absorver as demandas complexas que a vida cotidiana lhes impõem, estar em condições de pleno exercício de uma cidadania “consciente, crítica e participativa” (Brasil, 2017, p.60).

O uso das tecnologias digitais disponíveis – cada vez mais disseminadas nos celulares, computadores, laptop, tablet, além de outros gadgets e aplicativos – vem pressionando para que os contextos educacionais discutam, se apropriem e incorporem suas aplicações nessa área. Consequentemente, isso sugere que a Internet seja reconhecida como uma espécie de praça pública planetária e nela, como em outros espaços coletivos, nossos comportamentos estão sob a consideração das noções básicas de cidadania e de cuidados com a nossa segurança. Seja qual for o ambiente digital usado, nossos direitos e deveres permanecem relevantes: mesmo na internet, há prescrições e limites para nossas ações e posturas.

A dinâmica de abertura e participação na Internet permite a expressão plural de culturas, comportamentos, estilos e conteúdos que são compartilhados em escala global. Os usos são sempre muito variados em cada contexto, favorecendo também a inovação nas práticas pedagógicas.

Mesmo que seja importante termos noções básicas de uso, educar para o manuseio seguro e consciente das ferramentas virtuais não depende de pleno domínio dos aspectos técnicos da Internet. A prioridade é desenvolver a noção de cidadania e autocuidados. Podemos afirmar que o uso da Internet abre um vasto mundo de possibilidades, além das oportunidades para lazer, estudo, trabalho e acesso à informação. Estar on-line é também estar exposto a situações de vulnerabilidade. Em relação à discussão sobre os riscos on-line, assim como em outros espaços, na Internet é fundamental diferenciar risco de dano. Reconhecer os riscos ajuda a evitar que gerem danos.

Educar para o autocuidado é uma das estratégias que também valem para o mundo digital, já que nem toda situação gera imediatamente um prejuízo. Quando temos condições de identificar uma situação de risco podemos reagir para evitar que elas gerem dados, o que vale também para as crianças e adolescentes.

Mesmo antes de existir uma lei específica para a Internet, as leis e as noções de cidadania já podiam ser aplicadas a esse novo espaço social. Mas já temos leis para esses espaços, como o Marco Civil da Internet no Brasil (LEI Nº 12.965, DE 23 DE ABRIL DE 2014) que prevê como dever do Estado, em todos os níveis da Educação, incluir a capacitação para o uso seguro, consciente e responsável da Internet como ferramenta para o exercício da cidadania.  A liberdade, a privacidade e a diversidade são alguns dos princípios destacados pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil como referências para uso e governança da Internet.

Uma boa dica para professores e alunos é a cartilha sobre segurança na Internet, produzida pelo Centro de estudos, resposta e tratamento de incidentes em segurança no Brasil: Clique Aqui!

O portal de segurança na Internet é imperdível e traz materiais diferenciados para crianças e adolescentes. Foi idealizado pelo e reúne iniciativas de conscientização sobre segurança e uso responsável da Internet no Brasil. Destaca-se pela qualidade das propostas e pela preocupação com os mais variados públicos: Clique Aqui!

Navegar na Internet pode ser sinônimo de perigo para crianças e adolescentes. O canal Futura trouxe este assunto para um debate: Clique Aqui! – (Entrevistadas: Kelli Angelini, assessora do Núcleo de Informação e coordenação do ponto br (NIC.br); Ana Carolina Fonseca, oficial da Unicef; Ágatha Mariana, analista de sistemas; Apresentação: Bernardo Menezes.)

Incentivando uma atitude positiva dos adolescentes e jovens no uso da rede mundial de computadores, a Unicef lançou o programa “Internet sem vacilo”: Clique Aqui!

Por Bernoulli Sistema de Ensino

O #tbt de hoje relembra o nosso Drive Thru da Alegria!

Hoje é quinta-feira, dia de #tbt e, por isso, queremos relembrar um evento que aconteceu no mês passado, no colégio ICJ: o nosso Drive Thru da Alegria. No dia 8 de outubro, o colégio promoveu este encontro para matar a saudade dos alunos e comemorar o dia das Crianças e o Aniversário de 59 anos do Colégio. Durante o evento, todas as medidas de segurança foram adotadas, para garantir a proteção necessária a todos os participantes, que permaneciam dentro de seus carros e recebiam carinho e uma lembrança especial do colégio. 

Neste momento de muita descontração, as famílias estavam muito animadas ao rever a escola e levaram cartazes com mensagens de carinho a todos os funcionários presentes. O Drive Thru teve o objetivo principal de estreitar os laços de carinho e amizade, principalmente neste momento de muita saudade e contou com a participação de palhaços e muita música, para animar e promover a sociabilidade.

Os voluntários do Projeto Eutrapelia, do Colégio ICJ, apoiaram a Campanha do Hospital da Baleia, para arrecadação emergencial de leite e, durante o evento, arrecadaram muitos litros de leite, com o apoio das famílias. Toda a doação foi recolhida e encaminhada ao Hospital da Baleia, para fazer a diferença na vida de muitas pessoas.

Quer ver as fotos deste encontro de muita alegria? Clique aqui!

Gostosuras, travessuras e muito aprendizado!

O Halloween, uma comemoração tradicional dos Estados Unidos, vem crescendo cada vez mais no Brasil. A festa é marcada pelas fantasias e enfeites em casa, no dia 31 de outubro, e pelos pedidos das crianças, que vão de porta em porta pedindo “trick or treat” (doces ou travessuras). Este ano, no Colégio ICJ, a festa precisou ser adaptada, mas não perdeu a animação!

Considerando o estudo da língua inglesa no método bilíngue de ensino, é fundamental ampliar a vivência das crianças na cultura, de maneira lúdica e significativa. Por isso, durante a semana passada, foram realizadas aulas temáticas de Halloween para as turmas de Educação Infantil e Ensino Fundamental.

Durante as atividades, os alunos se fantasiaram e tiveram aulas divertidas, com brincadeiras e jogos sobre o tema. As famílias também providenciaram guloseimas para o lanche final da comemoração, um momento de muita diversão e também aprendizado sobre a festa cultural que acontece em tantos países.

Quer ver as fotos da comemoração do Halloween no Colégio ICJ? Acesse o nosso Flickr, clicando aqui!