‘Cultura Maker’ inova aprendizagem

O Portal O contorno de BH divulgou uma matéria, dia 28 de dezembro de 2019, sobre a proposta da Cultura Maker, que vem inovando a aprendizagem nas escolas.

A autora, Daniela Pérez, é gestora de Relações Institucionais do Colégio ICJ e conta sobre esta nova proposta, que tem sido implantada em decorrência das mudanças estabelecidas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Confira a matéria pelo link: http://www.ocontornodebh.com.br/index.php/2019/11/28/cultura-maker-inova-aprendizagem/

Exercitando a cidadania

 

Como forma de exercitar a cidadania, as turmas do 3º ano do Ensino Fundamental organizaram e participaram de uma eleição. O objetivo era fazer com que os alunos entendessem sobre o processo democrático, conteúdo estudado principalmente nas aulas de história.

Os candidatos foram escolhidos e fizeram campanhas juntamente com um comitê eleitoral, além de confeccionarem todo o material, como cédulas, urna e título eleitoral e a contagem e apuração de votos, participando ativamente de todo o processo.

Para ficar por dentro do que aconteceu, acesse o link do Flickr:

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‘Cultura Maker’ inova ensino

Uma matéria sobre a cultura maker, uma proposta que tem sido implantada nas diversas áreas do conhecimento, foi publicada pelo Jornal Estado de Minas, no dia 19 de novembro de 2019. A Gestora de Relações Institucionais do Colégio ICJ, Daniela Pérez, foi convidada para tratar sobre este tema que desafia os jovens a entenderem que são capazes de consertar, construir e, principalmente, criar.

Confira a matéria pelo link: http://files.digital.em.com.br/flip/1/3877/175865/original.pdf

 

Apresentação da Universidade de Lisboa aos alunos

Com o objetivo de mostrar as variadas formas de perspectiva de futuro, o Colégio ICJ foi, juntamente com os alunos do Ensino Médio, a uma palestra com o Reitor da Universidade de Lisboa, reconhecida internacionalmente por sua qualidade de ensino. O evento possuía a intenção de apresentar aos estudantes brasileiros tanto a instituição quanto o programa de internacionalização que busca levar estudantes estrangeiros, especialmente do Brasil, para estudar em Lisboa.

O Colégio ICJ incentiva seus alunos a buscarem seus objetivos, mostrando que, com força de vontade, todos conseguem. A Universidade de Lisboa é uma instituição pública que oferece mais de 1500 vagas destinadas a estudantes internacionais.

 

Precisamos falar sobre bullying e cyberbullying

Na última semana, as alunas Aline Couto e Izabela Perez, do 1º ano do Ensino Médio, foram às salas das turmas de 6º ano para conversarem sobre bullying e cyberbullying, práticas que consistem em um conjunto de violências, sejam elas físicas, verbais e/ou psicológicas e que se repetem por um período, sejam elas na vida real ou virtual. As alunas fizeram a ação para atuar no projeto desenvolvido pelo colégio para a prevenção do bullying, realizado pela Orientação Educacional.

Com uma proposta didática, em que os estudantes do 6º ano também participavam ativamente do assunto, Aline e Izabela explicaram os três personagens principais de toda essa situação. O agressor, quem comete a violência, a vítima, quem sofre a agressão e a testemunha, que observa o que está acontecendo. Esta última pode mudar a situação com mais eficiência, ao não incentivar o agressor em seus atos e procurar ajuda para a vítima, que raramente fala com alguém sobre o que está acontecendo.

Divididos em grupos, os alunos jogaram um jogo de tabuleiro que mostrava os lados negativos de se cometer o bullying e as consequências que ambos os lados podem sofrer. A luta contra o bullying é uma política pública de educação e busca erradicar este ato, por meio de campanhas, diálogo e capacitação de profissionais.

Para ver as fotos, acesse nosso Flickr:

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Café Azul: uma maneira de conscientização

Novembro chegou e, com ele, a campanha do Novembro Azul também. O movimento mundial acontece para reforçar a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata, segundo tipo de câncer mais frequente em pessoas do sexo masculino. A conscientização é importante já que o assunto é considerado tabu para alguns homens que evitam cuidar da saúde e fazer o exame para detectar a doença.

O Colégio ICJ, no último dia 4, realizou um Café Azul, para todos os funcionários, como uma maneira de abordar o tema tão pouco discutido. O Café, realizado no Ecoparque durante o período da manhã e tarde, reuniu todos para um lanche diferente e com muita informação sobre o assunto.

Para ver as fotos do Café, acesse o link:

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Representando nações e descobrindo novos mundos

Ocorreu no último final de semana a 20ª edição do MINIONU, o maior modelo intercolegial das Nações Unidas na América Latina. O Colégio ICJ, juntamente com nove alunos dos 1º e 3º ano do Ensino Médio e o professor Alvacir Carvalho, participou desta edição, que foi considerada a maior já feita. Com o objetivo de estimular os jovens a saírem de suas bolhas sociais e descobrirem um novo mundo, com novas realidades, o MINIONU pretende aumentar a diversidade e a tolerância, fazendo várias vozes serem ouvidas.

Durante quatro dias, os alunos vivenciaram a rotina de diplomatas, defendendo e discutindo assuntos sobre a política externa e outros assuntos mundiais importantes. Maria Eduarda Machado, do 1º ano do Ensino Médio, comentou ter gostado de toda a proposta, sendo uma boa experiência para debater sobre assuntos muitas vezes considerados tabus: “O meu comitê foi a OMS, Organização Mundial da Saúde, e discutimos assuntos sobre os transtornos mentais, depressão, ansiedade…”.

Após o pronunciamento de autoridades, revisão de regras, debates acerca dos diversos assuntos e realização de palestras e reuniões, os delegados deveriam redigir uma resolução que oficializaria as decisões tomadas nas discussões. “Lá eu não sentia que eu era o Pedro, eu sentia que era o delegado da República Árabe do Egito, discutindo no comitê do uso de armas autônomas, um comitê em 2025”, explica Pedro Orlando, também aluno do 1º ano do Colégio ICJ.

Animados com a participação no MINIONU de 2019, os alunos Pedro Orlando, Augusto Costa, Maria Eduarda Machado, Fábio Veloso, do 1º ano do Ensino Médio e Gabriela Medeiros, Gustavo Oliveira, Laura Nogueira, Alice Campos, Júlia Borges, do 3º ano do EM, comentam que querem participar de outras simulações, por serem experiências incríveis e de muito conhecimento de mundo.

Para ver as fotos do MINIONU, acesse o Flickr:

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Alunos fazem parte da decisão dos novos uniformes do Colégio ICJ

O processo de criação do novo uniforme do Colégio ICJ chegou ao final. Dez estudantes voluntários, do 6º ano ao 2º ano do Ensino Médio, participaram de todo o processo de criação do novo uniforme escolar. Entre eles, estavam presentes os alunos Maria Rita Mendes (7º ano), Paulla Vitoria Ribeiro (7º ano), Luiza Nigri Pérez (7º ano), Pedro Garcia Ribas (9º ano), Júlia Meireles Melgaço (9º ano), Giovana Daldegan (9º ano), Aline Couto Mota (1º ano EM), Giulianna Martins da Gama (1º ano EM), André Leron Gonçalves (2º ano EM) e Raquel Ribeiro (2º ano EM).

Envolvendo-se em diversas reuniões com uma estilista, Andrea Aquino, foram debatidas as possibilidades e modelos mais viáveis e assertivos para a situação. Assuntos como o melhor material a ser utilizado, o que fazer com o uniforme antigo, tendências da moda e a questão da sustentabilidade foram termas discutidos.

Em um primeiro momento, os estudantes compreenderam os fatores importantes para a definição de todo o uniforme a ser utilizado, como o envolvimento da tecnologia no processo da indústria têxtil e a maneira de escolher produtos corretos para evitar a produção excessiva de lixo. Sempre com um diálogo aberto, valorizaram cada etapa do processo e propuseram mudanças que afetarão o dia a dia daqueles que utilizarão a nova coleção.

O Colégio ICJ valoriza o protagonismo estudantil e a cultura maker, e insere os alunos no processo decisório, já que serão diretamente afetados pela escolha final. Os novos uniformes estão sendo pensados com muito carinho e dedicação, principalmente pelos estudantes que se voluntariaram a fazer parte da atividade. Duas coleções foram levadas para votação entre os alunos e os novos uniformes foram definidos.

Clique aqui para ver os Uniformes selecionados na votação.

O Colégio ICJ veste a causa do Outubro Rosa

Iluminar a fachada de lugares com grande destaque e visibilidade é uma maneira de apoiar a causa do Outubro Rosa, sobre a prevenção do câncer de mama. Em Belo Horizonte, vários locais aderiram à ação como os quatro prédios da Praça da Liberdade: os edifícios do Espaço do Conhecimento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os museus das Minas e do Metal, o Memorial Minas Gerais Vale e o Centro Cultural Banco do Brasil.

O Colégio ICJ também veste rosa para apoiar essa causa tão importante. O acendimento das luzes na cor rosa é um gesto simples, mas que possui um grande objetivo: chamar a atenção das mulheres para a importância da prevenção e do cuidado com a saúde. Além disso, também promove uma campanha interna de doação de lenços que serão encaminhados para o Hospital Borges da Costa, que faz o tratamento de crianças e mulheres com câncer.