O cinema mudo ainda vive

Você sabia que os primeiros filmes produzidos não tinham som gravado? Até meados dos anos 1920, o chamado cinema mudo apresentava os diálogos por meio de gestos, expressões faciais, mímica e letreiros explicativos inseridos entre as cenas. Além disso, como não existia tecnologia que possibilitasse a produção de obras cinematográficas com sons gravados, os filmes mudos contavam com músicas e efeitos sonoros executados por uma orquestra no momento da exibição.

Um dos filmes mudos mais conhecidos é o curta-metragem Viagem à Lua, de 1902, dirigido pelo francês Georges Méliès (1861-1938). Ele conta a história de um grupo de cinco astrônomos que viajam à Lua em uma cápsula lançada por um canhão gigante. Um ator que também ficou muito conhecido na época foi Charles Chaplin, que participou de filmes como Tempos Modernos, O Garoto e O Grande Ditador.

Após conhecer um pouco mais sobre a história do cinema mudo, a turma do 5º ano A criou cenas de filmes, sem som. Os alunos deveriam criar um pequeno roteiro, escolher o local do cenário e gravar, usando a imaginação e os recursos de casa. Goretti, a professora regente, lembrou-os de explorar os gestos e expressões faciais para construir a narrativa, principal maneira de interpretação do filme mudo.

Foram diversas as narrativas criadas, com humor, tragédia, drama e suspense. Os estudantes mostraram-se empenhados ao criar as histórias e usaram a criatividade para desenvolvê-las. Para ver todas as cenas, clique aqui. 

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