Cultura afro-brasileira e consciência negra

Na aula do dia 27/11, os estudantes do Ensino Médio desenvolveram um trabalho que colocou em pauta a questão da consciência negra, perpassando os campos de gastronomia, artes, educação, sistema carcerário, sexualização e feminicídio.

A professora de Literatura, História da Arte e Língua Portuguesa, Alexsandra dos Santos Sousa, propôs a atividade não como uma exigência curricular, mas com vistas a operar um movimento de discussão sobre as condições pelas quais ocorreu a abolição da escravatura no Brasil.

O foco do debate voltou-se para a forma como as heranças históricas, culturais e sociais enraizadas ao longo de 386 anos de exploração desumana da mão de obra negra de origem africana, marcaram profunda e definitivamente a estrutura política brasileira.

Confira a galeria de fotos: https://flic.kr/s/aHsmsvWRff

Parceria ICJ & Sistema de Ensino Bernoulli

Com uma história de 57 anos de sucesso, o Colégio ICJ sempre esteve atento às novas tendências e demandas da sociedade moderna. Bons exemplos são expressos na utilização da plataforma Pense Matemática, do Programa de Educação Bilíngue e da Robótica implantada na grade curricular dos alunos dos ensinos Fundamental e Médio.

Agora, o Colégio ICJ vai além e agrega aos seus valores e tradições a expertise de um dos maiores grupos educacionais do país – o Sistema de Ensino Bernoulli. Em 2019, disponibilizará para os alunos – da Educação Infantil ao Ensino Médio – os livros, a plataforma digital e os simulados ENEM (EM) em seu cotidiano escolar.

Sem abrir mão de seu DNA, o lado humano de afeto e de atenção individualizada, o ICJ avança em sua visão de ser um ambiente educacional referência no Estado de Minas Gerais. Aliado a um material didático de última geração, reconhecido pela excelência metodológica e sua notória reputação na obtenção de bons resultados, o Colégio segue na busca constante pela excelência no serviço prestado.

 

FAQ – PERGUNTAS FREQUENTES:

O Colégio ICJ vai virar Colégio Bernoulli?

Não.

O ICJ mantém sua tradição de 57 anos oferecendo uma educação de qualidade com os mesmos princípios da ética, da moral e dos valores humanos, contribuindo para uma formação integral do indivíduo e pensando na sociedade em que vivemos.

Para o próximo ano estamos adotando um novo material didático, o Sistema de Ensino Bernoulli, com o objetivo de agregar mais qualidade ao nosso Colégio – livros e recursos digitais com conteúdos totalmente integrados.  O que já era bom estará ainda melhor em 2019.

A mudança no material didático vem atender às necessidades de adequação da nossa proposta pedagógica às recentes alterações exigidas pela Base Nacional Comum Curricular – BNCC.

 

O que é um Sistema de Ensino e por que adotá-lo?

Um material didático de qualidade não é simplesmente um conjunto de bons livros. Quando se trabalha com livros de editora cada autor escreve de acordo com suas próprias formas de ensinar. Ao misturar essas diferentes abordagens, o processo de aprendizagem pode ser mais difícil do que precisa ser.

O material didático do Sistema de Ensino é desenvolvido com uma lógica na evolução do aprendizado do aluno, que foi pensada para ser trabalhada em cada etapa/série de maneira progressiva.

Um Sistema de Ensino entrega não apenas um material didático com abordagem pedagógica coerente, mas também a formação necessária para que o corpo docente possa trabalhar os conteúdos do material respeitando os princípios e o currículo proposto pela escola.

 

Quem é o Bernoulli Sistema de Ensino?

O Bernoulli surgiu em 2000 com uma visão clara: oferecer ensino de qualidade combinando conhecimento e uma formação cidadã para seus alunos. E foi justamente esse objetivo bem definido que os transformou em um dos principais grupos educacionais do país.

1º lugar do Brasil no Enem* por cinco anos consecutivos, o Bernoulli tem mais de 400 escolas parceiras em todo o Brasil. São mais de 80.000 alunos estudando todos os dias com as suas soluções educacionais, que vão da Educação Infantil até o Pré-vestibular.

O Sistema de Ensino Bernoulli tem por crença a formação de cidadãos com pensamento crítico, que desenvolvem o prazer por estudar, investigar e aprender coisas novas. Uma trajetória pedagógica pensada para cada fase da vida escolar das crianças e dos jovens, que equilibra formação humana e acadêmica, estimulado a vontade de aprender.

* Entre as escolas com mais de 60 alunos participantes.

Fonte: INEP – Enem 2017

 

O que o Sistema de Ensino Bernoulli agrega ao ICJ?

O Bernoulli Sistema de Ensino desenvolve soluções educacionais de excelência, capazes de facilitar a vida dos pais e dos alunos e gerar resultados para a vida toda.

Com um material já atualizado em acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), oferece livros e soluções digitais integradas, que utilizam tecnologias atuais e experiência para criar uma aprendizagem fluída e consistente. Uma experiência que vai além da sala de aula, desenvolvendo a autonomia dos alunos e ajudando a desenvolver competências e habilidades para uma formação integral.

Oferece ainda assessoria educacional desde o primeiro momento da parceria, com atendimento constante através de um consultor pedagógico que visita o Colégio ICJ, realiza capacitações e auxilia em quaisquer dúvidas relativas ao uso da solução didática adotada.

As ações de formação continuada incluem, além da presença do consultor pedagógico, uma série de eventos pedagógico e de gestão, permitindo uma evolução segura e permanente dos profissionais da escola, sempre objetivando a melhoria continua dos resultados.

 

Por que o Sistema de Ensino Bernoulli?

O Colégio ICJ sempre esteve atento às tendências educacionais e às mudanças do mercado de trabalho para manter sua proposta pedagógica alinhada às perspectivas das novas gerações.

Assim, o Colégio ICJ buscou as opções editoriais disponíveis no mercado que pudessem trazer os melhores resultados no processo de ensino-aprendizagem, e, principalmente, que estivessem atualizadas e sintonizadas com as novas demandas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Após a análise de diversos materiais e empresas, a opção pelo Sistema de Ensino Bernoulli foi definida por sua notória reputação na obtenção de bons resultados; por ser um material que já está alinhado ao projeto político-pedagógico do Colégio ICJ e que está em constante atualização conforme as exigências legais.

 

Qual a diferença entre o Colégio Bernoulli e o Sistema de Ensino Bernoulli?

O Sistema de Ensino Bernoulli é uma das empresas do Grupo Bernoulli, responsável pela criação e produção do material didático utilizado pelo Colégio Bernoulli. Esse material é o mesmo que será adotado pelo Colégio ICJ a partir de 2019.

 

O Colégio ICJ vai seguir a mesma proposta do Colégio Bernoulli?

Não.

O Colégio ICJ manterá a sua proposta de EDUCAÇÃO COM AMOR, a sua missão e os seus valores e princípios, que fizeram parte dos seus 57 anos de história.

 

O Colégio ICJ terá novos gestores?

Não.

O Colégio ICJ não foi vendido ou arrendado para outra pessoa e/ou instituição de ensino. O legado da fundadora do Instituto Coração de Jesus, a educadora Elza Gonçalves Fabel,  permanece sendo propriedade e administrado pelos três irmãos e sócios Ademar José Fabel, Diretor Administrativo; José Eduardo Fabel, Diretor Financeiro; e Maria Christina Fabel Gontijo, Diretora de Ensino.

 

O Colégio ICJ vai ficar mais apertado?

Vai ficar diferente.

O novo material didático do Sistema de Ensino Bernoulli propõe uma nova forma de ensinar e de estudar, diferente da proposta dos livros didáticos.

 

A mensalidade do Colégio ICJ sofrerá aumento devido à nova parceria?

Não.

A parceria com o Sistema de Ensino Bernoulli e a adoção de novo material didático-pedagógico  pelo Colégio ICJ não terá impacto sobre as mensalidades escolares, que serão mantidas nos mesmos patamares  anteriores. Apenas o reajuste anual está previsto para 2019.

 

Onde será vendido o novo material didático do Sistema de Ensino Bernoulli?

Apenas na Livraria Coração de Jesus, para os alunos regularmente matriculados no Colégio ICJ.

Todo o material produzido pelo Sistema de Ensino Bernoulli é controlado por códigos e entregue diretamente na escola parceira para revenda. A liberação desses códigos é que dão o acesso aos conteúdos da plataforma digital.

Em breve o Colégio ICJ irá disponibilizar as listas de material escolar 2019, já com a inclusão do novo material didático do Sistema de Ensino Bernoulli.

A Livraria Coração de Jesus continuará a oferecer planos e condições especiais de pagamento.

 

A lista de material didático do Colégio ICJ vai ficar mais cara?

Não.

O material didático do Sistema de Ensino Bernoulli tem o preço similar aos livros didáticos adotados anteriormente pelo Colégio ICJ.

 

As provas do Colégio ICJ serão as mesmas do Colégio Bernoulli?

Não.

Todas as provas e atividades avaliativas continuarão a ser desenvolvidas pela equipe de professores, com a supervisão da direção e coordenação pedagógica do Colégio ICJ.

 

Haverá alteração na carga-horária em 2019?

Sim.

Apenas no Ensino Fundamental I – 1º ao 5º ano – será acrescido 1 módulo/aula de 50 minutos por dia, totalizando 25 módulos por semana.

A alteração foi necessária para atender aos princípios pedagógicos da BNCC, onde todas as habilidades e competências são desenvolvidas concomitantemente com os conteúdos curriculares.

Em 2019 as aulas do Ensino Fundamental I serão realizadas nos seguintes horários:

Turno da manhã: das 7h10 às 11h40

Turno da tarde: das 13h30 às 18h

 

O Programa Pense Matemática vai acabar?

Não.

O Programa Pense Matemática será mantido como a ferramenta de auxilio na elaboração do raciocínio lógico-matemático, dentro das aulas de Matemática, do 1º período da Educação Infantil ao 8º ano do Ensino Fundamental.

 

O Projeto da Robótica vai acabar?

Não.

O Colégio ICJ vai manter a Robótica da mesma forma, do 9º ano do Ensino Fundamental ao 2º ano do Ensino Médio; assim como a participação das equipes nos diversos campeonatos da área.

 

Os projetos Institucionais e de Mediação de Aprendizagem do Colégio ICJ vão acabar?

Não.

O Colégio ICJ irá manter todos os projetos de sucesso implantados e que já fazem parte da proposta pedagógica.

 

O Programa de Educação Bilíngue do Colégio ICJ vai acabar?

Não.

O Programa de Educação Bilíngue do Colégio ICJ será mantido, havendo apenas alteração no material didático.

 

Vai mudar a forma de distribuição de pontos do Colégio ICJ?

Não.

O sistema avaliativo e de notas permanece inalterado.

 

Vão mudar os professores do Colégio ICJ?

Não.

A pesquisa de satisfação (desenvolvida por empresa especializada) respondida pelos pais e alunos retornou uma grande satisfação com o quadro docente do Colégio ICJ.

A adoção do novo material didático do Sistema de Ensino Bernoulli não implica a necessidade de alteração da equipe docente. No entanto, a mesma passará por um treinamento para capacitação e melhor adequação do trabalho a ser desenvolvido a partir de 2019.

Robótica ICJ na etapa nacional da OBR

Com muito empenho e confiança, alunos da Robótica ICJ participam de campeonatos externos na área e trazem ao Colégio um enorme orgulho.

Na etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica, por exemplo, a equipe “The HAC” alcançou uma incrível colocação que garantiu sua classificação para fase nacional da competição.

E foi com muito entusiasmo que os alunos Henrique Pereira Cristófaro, Alexandre Junio Moreira Costa e Guilherme Cosso Lima Pimenta, do 3º ano do Ensino Médio, seguiram para o desafio, realizado entre os dias 06 e 09/11, em João Pessoa.

A possibilidade de participarem deste evento de grande porte foi, de acordo com Alexandre, a realização de um sonho; uma “superação”, como descreve Ana Carla Cosso, mãe do Guilherme.

A preparação da equipe foi intensa e tornou evidente a dedicação dos estudantes por estarem fazendo algo de que gostam. Levantando cedo em pleno feriado, entrando na escola de manhã e saindo só de noite, os meninos alinharam todos os detalhes do projeto.

Até que enfim chegou o dia! Após um longo período de testes e atividades, a equipe do ICJ finalizou a olimpíada em 35º lugar entre as 18.000 equipes do Brasil!

Com essa vivência, o grupo e o ICJ saem vitoriosos. “Eles ganharam com certeza, não a medalha de primeiro lugar, mas a experiência de participar de uma competição nacional, trabalhar em equipe para atingir o mesmo objetivo, isso ficará com eles para sempre!”, relata Édina Cristófaro, mãe do Henrique.

O pai do aluno, Danilo Cristófaro, complementa que “a união do grupo em torno de uma causa, o trabalho em equipe, o apoio da escola e o desenvolvimento de habilidades no tratar das relações interpessoais fizeram com que cada aluno saísse dessa competição tendo vivido uma grande experiência de aprendizagem e de vida”.

Esse sentimento também é compartilhado pelo grupo. Guilherme cita que na Robótica do Colégio pôde fazer novas amizades e entender o verdadeiro significado de trabalho em equipe, enquanto Henrique afirma que pela primeira vez soube realmente como é fazer parte de uma equipe.

Os alunos também ganharam em outros aspectos: tiveram um maior envolvimento com os estudos e um maior desenvolvimento acadêmico.

Nesse sentido, Rafael Morais, pai do aluno e auxiliar Gabriel Morais, constata que a Robótica torna-se uma “matéria essencial na grade curricular da escola, pois incentiva o aprendizado de matemática, física, língua inglesa e linguagem de programação”.

Além disso, os garotos puderam ter uma melhor visão dos seus futuros profissionais. Guilherme alega, inclusive, que aprender uma noção básica de programação o auxiliou a definir o seu curso na graduação.

Ele conclui que, agora, compreende o verdadeiro significado da robótica: “’é muito mais que um simples robô que segue linha preta’ é uma forma de você desenvolver o pensamento lógico e o pensamento rápido que são levados para toda sua vida profissional”.

É uma disciplina que viabiliza a atuação do aluno na aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos e fomenta a criatividade e o empreendedorismo, auxiliando que os alunos pensem fora da caixa.

Juntamente ao sentimento de saudade, o que fica nos alunos e seus pais é a gratidão ao diretor Ademar, à Coordenadora Júnia e, em especial, ao monitor Pablo, que trabalharam para dar o suporte e apoio necessário aos meninos!

Confira os depoimentos completos e a galeria de fotos.

Bate-papo com o autor Eduardo de Assis

Na manhã do dia 13/11, alunos do 2º ano do Ensino Médio receberam o professor Eduardo de Assis Duarte, graduado em Letras, com mestrado em Literatura Brasileira e doutorado em Teoria da Literatura e Literatura Comparada.

Atualmente, Eduardo é professor voluntário da UFMG e diretor do Grupo de Interinstitucional de Pesquisa Afrodescendências na Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da UFMG.

Sua visita integrou a dinâmica de dois grupos de pesquisa da disciplina Gestão de Projetos, em parceria o programa “Estudantes em Movimento” e com os professores de Produção de Texto, Inglês e demais disciplinas.

Na ocasião, o professor abordou a temática do negro e a presença do afro brasileiro na literatura, principalmente na obra de Machado de Assis. Ao final de sua fala, realizou um bate-papo com os alunos e presenteou a escola com a sua obra “Machado de Assis afro-descendente”, contendo uma dedicatória especial ao ICJ. O livro ficará disponível na biblioteca do Colégio para consulta de todos que tiverem interesse no tema.

Alunos do Ensino Médio ICJ na UFMG Jovem

Na primeira etapa da disciplina de Gestão de Projetos, atrelada ao projeto Estudantes em Movimento, alunos do Ensino Médio realizaram pesquisas em diversos campos que os despertavam interesse.

Júlia Vitória, Karla Sancher, Larissa Mesquita e Luísa Araújo, do 3º ano do Ensino Médio, abordaram a presença da matemática no mercado de trabalho, bem como as influências no ensino e na vida de todos.

Como desdobramento, o trabalho, intitulado “A presença da matemática no mercado profissional”, foi aceito para apresentação na UFMG Jovem, feira de tecnologia e ciências da educação básica, da qual participam escolas públicas e privadas de Minas Gerais.

A participação no evento, que está em sua décima nona edição, aconteceu entre os dias 25 e 27 de outubro de 2018, na Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG.

João Guerra, graduando em Matemática e ex-aluno ICJ, prestigiou a apresentação do grupo e se encantou com o trabalho.

A aluna Karla relata que, “ao participar da UFMG Jovem conseguimos enriquecer nosso projeto de pesquisa e nossa visão de mundo, entendendo também a importância de tais eventos dentro do ambiente escolar já que a partir dessa experiência tivemos contato com pessoas de todas as idades e projetos”.

A estudante ressalta ainda a importância do incentivo de tais projetos, que despertam o interesse dos jovens, ampliam seus conhecimentos e fomentam o desenvolvimento de novas ideias que podem contribuir para a sociedade.

Confira as fotos: https://flic.kr/s/aHskM2Fsad

SIMICJ aberta 2018

O ICJ desenvolve anualmente o projeto SimICJ – SIMulação do colégio ICJ. A proposta da atividade fundamenta-se na simulação de uma conjuntura real: a convocação de Comitês por parte da Organização das Nações Unidas (ONU) tendo em vista a existência de um problema a nível internacional.

O aluno Gabriel Mamede, do 3º ano do Ensino Médio, explica que nesse comitê são escolhidos países de relevância para o tema em questão, representados por seus delegados. O tema é debatido com o objetivo de redigir e aprovar um Documento de Resolução que estabelece medidas práticas para a solução do problema.

Existem dois formatos de simulação deste evento no ICJ: a SimICJ fechada e a aberta. Na primeira, que aconteceu no ICJ dia 03/10, os alunos do 9º ao 3º ano do Ensino Médio realizaram o projeto como uma atividade avaliada. Já na SimICJ aberta, realizada nos dias 19 e 20/10, as portas do colégio foram abertas para estudantes de outras instituições, do 9º ano, Ensino Médio, cursinhos e graduação, participarem de uma simulação estruturada pelos próprios alunos do ICJ em parceria com colaboradores externos, em maioria estudantes de Relações Internacionais, da PUC-MG.

Este ano, a SimICJ aberta contou com discussões como a reativação da prisão de Guantánamo, o surto de febre hemorrágica de lassa na África e as criptomoedas e a eclosão do libertarianismo. Além disso, houve também um comitê de imprensa, onde foram registradas fotografias, elaboradas reportagens e um jornal cobrindo os comitês que integraram o projeto.

Veja as fotos da SIMICJ: https://flic.kr/s/aHsmpKpKsA

Confira abaixo o jornal SIMI NEWS elaborado pelos alunos da Imprensa:

Ensino Médio vai ao Escape 60!

Para que as turmas do 1º e 2º anos do Ensino Médio vivenciassem uma experiência inovadora, o ICJ levou os alunos ao Escape 60.

A proposta consistia em um desafio para ser realizado em 60 minutos. Após escolherem salas temáticas, cada grupo ficou trancado e recebeu um mistério para desvendar.

Durante uma hora, deveriam decifrar códigos, achar itens escondidos e resolver enigmas. Solucionado o caso, as portas das salas são abertas e os participantes vencem o desafio.

E a maioria das equipes do Colégio conseguiu!

A partir da visita, os alunos irão criar uma situação em sala para aplicar os conhecimentos de Gestão Empreendedora, utilizando as habilidades cognitivas para resolução de problemas.

SIMICJ 2018

Dia 03/10, alunos do 9º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio participaram da 3ª edição da SIMICJ, uma simulação realizada no Colégio com intuito de colocar em pauta temas relevantes e fomentar o desenvolvimento da diplomacia.

Após a realização de uma cerimônia de abertura no Ecoparque, os alunos se dirigiram às salas de seus respectivos comitês para dar início aos debates.

As temáticas e tópicos de discussão tratados por cada um deles foi:

– UNIDO (Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento) – Energias alternativas e o desenvolvimento industrial: A importância e a necessidade de investimentos em energias alternativas, de modo que crescimento econômico e sustentabilidade possam coexistir.

– OEA (Organização dos Estados Americanos) – Crise política na Nicarágua: De que formas as nações podem auxiliar no apaziguamento da crise, para que suas consequências não atinjam outros países e a população da Nicarágua não seja acometida de violência desumana?

– ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) – Crise de refugiados da Venezuela: O autoritarismo ineficaz do governo venezuelano para resolver a crise e a participação internacional no amparo aos refugiados.

– OMS (Organização Mundial da Saúde) – A síndrome respiratória do Oriente Médio: De que forma as nações podem cooperar entre si a fim de proporcionar a criação de uma vacina e de medicamentos específicos para a MERS?

– OMC (Organização Mundial do Comércio) – Protecionismo econômico e a supervalorização de commodities: Como as nações podem definir uma nova forma de proteção das indústrias nacionais, sem prejudicar a economia externa.

– IMPRENSA – SIMI News: Redação, imagem e reportagem.

Com muita dedicação, os estudantes desempenharam os papéis de delegados em prol dos interesses dos países que representavam. As discussões foram muito produtivas e refletiram o engajamento e encantamento dos alunos! Com isso, ficou evidente não só o forte o avanço dos jovens em relação aos conteúdos debatidos, mas também no que diz respeito ao impacto social do projeto em suas vidas.

Uma grande novidade é que, este ano, acontecerá uma versão da SIMICJ aberta para o público externo, dentre estudantes do 9º ano, Ensino Médio, cursinhos e graduação. Nos dias 19 e 20/10 o evento irá agitar o ICJ com as discussões da reativação da prisão de Guantánamo, do surto de febre hemorrágica de lassa na África e das criptomoedas e a eclosão do libertarianismo.

Para saber mais informações e realizar a inscrição no evento, acesse: https://simicj2018.wixsite.com/simicj2018

Veja as fotos da SIMICJ do dia 03/10 em: https://flic.kr/s/aHskFFhodR

Confira abaixo o jornal SIMI NEWS elaborado pelos alunos da Imprensa.

2ª Mostra de Ciências e Tecnologia

Dia 29/09, o ICJ foi palco da 2ª Mostra de Ciências e Tecnologia dos Ensinos Fundamental II e Médio, com o tema “Despertando a investigação e o pensamento científico”.

Com muito esforço e criatividade, os alunos ICJ articularam os conhecimentos adquiridos em sala e também exploraram novas áreas de pesquisa que os despertavam interesse.

A Mostra se iniciou com apresentações de dança das turmas do 9º ao 3º ano e Ensino Médio. Como uma continuidade dos conteúdos trabalhados na disciplina de Inglês, os figurinos e a performance dos jovens remetiam aos anos 80.

Daí em diante, os visitantes puderam conhecer os diversos projetos apresentados e ainda “comprar a ideia” daqueles que os despertavam mais interesse. Isso porque foram entregues cartões fictícios com saldo de 2000 reais, que deveriam ser distribuídos para os diferentes trabalhos, com um valor simbólico máximo de 200 reais por projeto.

Na área de Ciências, foram tratadas temáticas como alimentos orgânicos e o uso de agrotóxicos; os tipos de árvores para diferentes locais; a agricultura antiga e a agricultura moderna; as variedades de solo, o desgaste pela mineração e as formas de conservação e o asfalto permeável.  Questões que envolvem o lixo, o impacto do descarte irregular de plástico na saúde do Planeta Terra, a poluição, reciclagem, o sistema de esgoto e uma proposta para amenizar a temperatura nos grandes centros urbanos também foram colocadas em pauta. Foi apresentado, ainda, um protótipo de microscópio caseiro, uma ideia simples e útil!

Outro segmento abordado foi “a arte e cultura através de filmes, danças e teatros”. Os grupos discutiram as histórias em quadrinhos como construção de uma consciência ambiental, os livros digitais, as fake news e fizeram uma adaptação da obra Frankenstein. Alguns dos projetos foram: “Anima ação, o movimento está nos olhos de quem vê”, “Cinememória” e “Expo-reflexão: quem conta um conto aumenta um ponto?”.

A matemática foi analisada em diferentes situações da vida. Já pensou em como explorar o Brasil e o mundo fazendo planos econômicos ou luxuosos de viagem? Em como é a construção de grandes aviões? E a geometria de BH? Esses e outros processos foram detalhados pelos estudantes durante o evento.

A Química e Física não ficaram de fora! Havia projetos como a química dos cosméticos, bioquímica forense na resolução de crimes, a química da combustão e a chuva ácida, bem como a transformação de energia potencial elástica em energia cinética, corrida eletrostática, carro ratoeira e ação e reação.

Na Robótica, foram apresentados os carros autônomos, robôs de combate e a velocidade relativa. Em paralelo, o Pense Matemática trouxe desafios e a aplicação do raciocínio lógico. E, no auditório, havia uma oficina sobre a evolução do vídeo game!

Para finalizar com chave de ouro, não poderia faltar o bazar do Terceiraço, que tratou da sustentabilidade a partir do projeto de empreendedorismo “aproveitando roupas”. Acompanhado pelo food truck e com a venda de deliciosos doces, o bazar foi um sucesso!

Confira as fotos em: https://www.flickr.com/gp/colegioicj/3Nn7MS

Alunos ICJ premiados na OBA

Alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio ICJ alcançaram excelentes resultados na prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia.

Vinte e três jovens se destacaram na competição e conquistaram medalhas de ouro, prata e bronze.

Dentre eles, o estudante Gabriel Mancosu, do 9º ano, tirou nota máxima na prova e foi considerado um dos melhores do Brasil. Com isso, foi selecionado para participar da etapa internacional da olimpíada.

Todos do ICJ estão muito orgulhosos com o feito dos alunos e parabenizam pelo esforço e dedicação!

 

Confira todos os alunos premiados:

OURO

– Gabriel Drumond Mancosu – 9º ano

– Gabriel Lucas da Silva Santos – 7º ano

– Letícia Canesso de Oliveira Agostini – 7º ano

– Matheus Antônio Giffoni Roland de Souza – 8º ano

– Matheus Assis Maia – 7º ano

 

PRATA

– Ana Carolina Martins Alvim – 8º ano

– Cássio Moura Farinelli – 7º ano

– Daniel Gomes Pereira – 6º ano

– Mateus Dias Andrade – 6º ano

– Pedro Garcia Ribas – 8º ano

– Rafael Braga Araujo Moraes -7º ano

– Alice Parreira Campos – 2º ano Ensino Médio

 

BRONZE

– Caio Fernandes Innecco – 7º ano

– Daniel Cristo – 7º ano

– Gabriel Ângelo Cardoso Silva – 7º ano

– Gabriela Oliveira Novais – 7º ano

– Henrique Castro Parma – 6º ano

– Jéssica Marques Fialho – 9º ano

– Letícia Barbosa Simões – 8º ano

– Letícia Soares Barbosa – 6º ano

– Lorena de Almeida Felizardo – 7º ano

– Pedro Augusto Azeredo Antunes – 9º ano

– Ronald Rodrigues Souza Nunes – 7º ano